Mensagem do dia

Quais são seus sonhos para 2010?

O Senhor nos concede de presente mais um novo ano; precisamos viver de maneira nova. Como as empresas que são fechadas para balanço, também nós, se ainda não paramos, precisamos parar para rever a nossa vida.

Três perguntas básicas podem nos ajudar a fazer um programa de vida, para que cresçamos humana e espiritualmente.

Perguntemo-nos: O que não posso levar para 2010, por que não é compatível com a minha vida?

O que preciso começar? Talvez você precise iniciar a vida de oração, buscar reconciliação com alguém ou até mesmo fazer uma dieta para ter mais qualidade de vida ou tantas outras coisas práticas que foi adiando.

O que preciso continuar? Algo que foi bom e que você precisa levar adiante.

Nós somos de Deus. Essa afirmação deve nortear nossas vidas. É claro que sozinhos não somos capazes de mudar hábitos e costumes, talvez já inveterados na nossa vida há anos; mas, da nossa parte, precisamos tomar uma firme decisão e pedir a Jesus que nos dê a graça de sermos homens e mulheres novos neste novo ano. Com certeza Ele vai nos ajudar.

Senhor, derrame sobre nós o Espírito Santo, porque queremos viver segundo o Teu coração.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade canção Nova
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Vamos fechar para
"balanco"?








Estes são os ultimos dias do ano, nossa como passou rápido, tantas coisas eu vivi em um ano só, mudanças, perdas, soluções, sofrimentos e muitas alegrias. Por isso, eu preciso parar para fazer um “balanço” da minha vida em geral, para entrar no ano novo com cara nova, com novas expectativas e metas e é claro, sem carregar fartos do ano velho para o ano novo. É exatamente essa idéia, como fazem as grandes lojas e o comércio em geral, eu vou fechar para balanço. Vou fazer uma revisão de vida, repensar as coisas e como tenho agido e vivido a minha vida. Estes passos nos ajudarão a fazer este “balanço” da melhor maneira possível, que eu possa aproveitar para rever todas as áreas da minha vida, espiritual, física, familiar e trabalho, tempo…

1°- Leitura bíblica: Lucas 19,1-10 Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade. Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos. Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura. Ele correu adiante, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali. Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente. Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador… Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: “Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo”. Disse-lhe Jesus: “Hoje entrou a salvação nesta casa”, porquanto também este é filho de Abraão. Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.

2°- A Vontade de Deus era se encontrar com Zaqueu, por isso, Jesus entrou em Jericó. É Vontade de Deus encontrar-se com você! Separe um tempo para este encontro e dê prioridade como você daria a um compromisso de trabalho.

3º- Zaqueu desejava conhecer e ver Jesus, seu esforço de correr e subir em uma árvore, vencendo as suas limitações provou o seu desejo de mudança, de CONVERSÃO!

4°- Acolher Jesus em sua casa, com o coração aberto como estava levou-o a conversão e a fazer uma revisão de vida: faça uma revisão de suas metas e compromissos vividos ou não neste ano que está chegando ao fim, seja sincero e reconheça suas vitórias e fracassos;

5°- Reconheceu o que estava errado e corrigiu o seu erro, é preciso reconhecer os erros e pecados e corrigi-los, VIDA NOVA: rafaça as suas metas, isso é nuito importante. Comece com as mais simples, aquelas que dependem só de você, depois faça os compromissos e as metas mais dificeis, que precisará de muita disciplina e ajuda para consegui-las.

O ato do Mestre sensibilizou Zaqueu e Jesus não precisou dizer-lhe nada, bastou a Sua presença, Seu amor e a salvação entraram naquela vida. O que você precisa fazer, é receber Jesus em sua casa e deixar que Ele faça em você, que o Espírito Santo revele ao seu coração o que precisa mudar, refazer, corrigir. Não carregue entulhos para o ano que vem, perdoe e peça perdão, resolva, corra atrás, tenha coragem de jogar fora, de dar, de se desfazer. Depois disso faça uma boa confissão e a vida Nova irá encher seu coração.

Cante os louvores do Senhor com a sua vida. Deus abençoe o seu “balanço”, ou melhor retiro.

Conte sempre com as minhas orações, Feliz e abençoado 2010!

Padre Luizinho,

Comunidade Canção Nova.
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A Igreja celebra hoje: São Silvestre I

Este Papa dos inícios da nossa Igreja era um homem piedoso e santo, mas de personalidade pouco marcada. São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.


E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político. E talvez São Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.

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São Silvestre, rogai por nós!
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Mensagem do dia

Fomos criados para amar!

O Senhor nos pede: ”O que vos ordeno é que vos ameis uns aos outros”! (Jo 15,17).

Fomos criados para amar! Amar implica aceitar uma comunhão de sincera amizade e gratuidade. Amar é tornar-se vulnerável, pequeno… é colocar-se em atitude de acolher o outro no dom de si, tanto em suas riquezas e qualidades, como em suas pobrezas e fragilidades.

Essa comunhão é o dom da comunidade, é o dom de pertencermos uns aos outros, de sermos responsáveis e amigos uns dos outros (cf. Jo 15,15).

Empenhemo-nos, a partir de hoje, a fazer gestos concretos de amor ao próximo, como Cristo mesmo nos ensinou.

“Deus não nos pede excessos, mas que façamos o bem”, dizia Santa Teresa.

É necessário pedirmos sempre a Deus o nascimento, o crescimento e o amadurecimento do amor em nós. Supliquemos ao Senhor que venha em socorro das nossas limitações no trato com as pessoas, porque é a qualidade do nosso amor que faz a diferença.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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Fim de ano - tudo
tem seu tempo e ocasião

Ao longo do ano, vivemos
envolvidos no amor do Pai
 
 
 
“Tudo tem seu tempo e ocasião”, diz o Eclesiastes. “Para cada coisa”, dirá outra tradução, “há um tempo debaixo do sol.” O autor continua a repetir as palavras, sem a menor pressa, criando, em sua narrativa, um ritmo que, por si só, expressa o que ele quer dizer: tudo tem seu tempo, tudo tem seu ritmo.

“Tempo de nascer, tempo de morrer;
tempo de plantar, tempo de colher;
tempo de derrubar, tempo de construir;
tempo de chorar, tempo de rir;
tempo de fazer luto, tempo de bailar;
tempo de abraçar, tempo de separar-se;
tempo de procurar, tempo de perder;
tempo de calar, tempo de falar;
tempo de amar, tempo de odiar;
tempo de guerra, tempo de paz”.

Como não rezar com esta passagem a cada final de ano? Como vivi os tempos que o Senhor providenciou? Como acertei o meu passo ao sábio compasso que marca o ritmo da vida, de tudo o que existe debaixo do sol, inclusive eu? Quem nasceu? Quem morreu? Em que nasci? Em que morri? O que plantei? O que colhi? O que derrubei? O que construí? Como chorei? Como ri? Como vivi o luto e a dança? A quem acolhi? De quem parti? A quem deixei partir?

Como falei? Como calei? O que calei? Para que calei? O que falei? Como falei? Para que falei?

Odiei? Fiz guerra? Perdi, então, todo o meu ritmo, todo o meu tempo. Gastei inutilmente os tempos que o Senhor providenciou. Atravessei o compasso que marca o ritmo da vida, inclusive da minha. Matei e morri. Plantei, mas não colhi. Destruí. Se ri, foi pantomima. Se chorei, foi de desgosto. Se dancei, foi grotesco. Se acolhi, só foi a mim mesma. A tudo e a todos enxotei. Minhas palavras destruíram, meu silêncio foi omissão, falsa proteção a mim mesma. Odiei.

Amei? Então construí e promovi a paz, encontrei, então, o sábio ritmo da vida, o tempo interior só conhecido de quem ama. Aproveitei bem os tempos que me deu a Providência. Dancei, feliz e equilibrada, conduzida por meu divino par, ora valsas, ora noturnos, ora barcarolas, ora polcas e mazurcas, ao compasso que marca o ritmo da vida, de toda vida, da minha vida, da sua vida. Dancei, com toda a criação, com Deus e com os irmãos. Deixei-me conduzir pelo hábil Cavalheiro. Nasci e dei à luz. Plantei e colhi. Derrubei feiura, colhi beleza, bem, verdade. Ri, feliz ao acolher, nas dobras da renúncia do amor, meu irmão, a vida, as circunstâncias. Rodopiei, confiante e tranquila, a guardar segredos de amor em meu coração. Amei.

Ora amei, ora odiei? Natural. Sou pecadora. Sou imperfeita. Sou humana. Simplesmente vivi. Colhi os frutos do meu ódio e do meu amor.

Uma coisa sei que, com a mais absoluta certeza, tive, eu, assim como você: o amor do Pai em toda circunstância. A salvação do Filho todos os dias do nosso ano. A ação santificadora do Espírito, disponível em toda ocasião. Criador e criatura dançamos juntos, tal pai e filha na festa dos quinze anos, tal casal de noivos nas bodas, envolvidos, sempre, por muitos outros pares, milhares, milhões, bilhões de outros pares.

Chegamos ao fim de mais um ano em nossa bela sonata da vida. É preciso dar o comando de replay e assisti-la outra vez, serenamente, ouvindo detalhes perdidos na correria, na emoção dos acontecimentos: stacatos sutis, ligaduras ressonantes, fermatas desconcertantes.

Começa uma nova página. Quantos compassos teremos? Que temas se repetirão? Que novos tons serão adotados? Que novas frases musicais serão relidas, recriadas? Que outros instrumentos entrarão? Que interpretação escolheremos dar? Que passos criaremos? Como faremos a leitura, compasso a compasso?

Deus sabe! E é nisso que reside nossa tranquilidade, nossa confiança. Não conhecemos o que virá, mas pelos temas, frases, harmonias e compassos, pelo ritmo e pelo tom já tocados, sabemos que, tocada a quatro mãos, nossa composição será bela. O ritmo, por vezes sincopado, combinará com soluços. O compasso em sua batida convencional, evocará a rotina, que também revela beleza. As notas que voam, oração. As que ficam na memória, contemplação. As que marcam a base, convicção. As que desenham a melodia, inventividade.

Deus sabe! Deus sabe! Deus sabe! Que a proposta de uma vida alucinada não nos seduza. Que o ritmo da evangelização, do amor, este, sim, seja alucinado, sem medida: Jesus tem sede, tem pressa. O ritmo interior, porém, este seja aquele secreto, confiante, sábio, paciente ritmo interior de Maria: “Deus sabe! Deus sabe! Deus sabe! Tudo passa! Deus fica! Deus sabe! Para tudo há um tempo debaixo do sol. Não temo! Deus sabe! Deus sabe! Deus sabe!”

Neste ano, conceda-nos Deus dançarmos tranquilos, ao ritmo interior do mistério da vida.
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por Maria Emmir Nogueira, Co-fundadora da Comunidade Shalom
Revista Shalom Maná
Maria Emmir Nogueira, Comunidade Shalom
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Para refletir!!!

Deus quer nos dar um tempo novo

Deus quer nos dar um tempo novo, tempo de graça, tempo de restauração e reconciliação.

Reconciliação com nós mesmos, com os irmãos, com nossa família. Reconciliar significa ter uma aproximação maior com o Senhor.

O caminho para a nossa cura acontece quando aprendemos a rezar uns pelos outros. A Palavra de Deus é clara a esse respeito:

''Confessai, pois, vossos pecados uns aos outros e rezai uns pelos outros, a fim de serdes curados'' (São Tiago 5,16a).

Quando São Tiago nos diz: “Confessai vossos pecados” não se trata, neste caso, do sacramento da reconciliação, mas de uma confissão fraterna, na qual partilhamos com o irmão as nossas fraquezas, misérias e limitações. Não escondemos nada deles; ao contrário, confiamos neles e abrimos-lhes o coração para que a graça de Deus aconteça.

Neste final de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante de Deus e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão, e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.
Senhor das misericórdias, eu confio em Vós!

Monsenhor Jonas Abib

http://www.cancaonova.com.br/
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A Igreja celebra hoje: Sagrada Família

Se o Natal tiver sido ao domingo; não tendo sido assim, a Sagrada Família celebrar-se-á no domingo dentro da Oitava do Natal.

Da alocução de Paulo VI, Papa, em Nazaré, 5.1.1964:

O exemplo de Nazaré:

Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la.

Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas!

Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré.
 
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Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!
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Mensagem do dia

Tomemos a Verdade por companheira

Iniciemos o dia de hoje tomando a Verdade como guia, para que em nenhum momento nos desviemos dos nossos bons propósitos e da vontade de Deus a nosso respeito. É claro que sozinhos até temos boa vontade, mas só conseguiremos realizá-los com o auxílio da graça de Deus, que vem em socorro das nossas fraquezas e de todas as nossas necessidades.

A cada ação que formos realizar, em qualquer momento ou circunstância, precisamos pedir a Deus sabedoria e discernimento, para não entrarmos por caminhos tortuosos e afundarmos. “Escolhi seguir a trilha da verdade, diante de mim eu coloquei vossos preceitos” (Sl 119,30).

Peçamos a Jesus que nos conceda o Espírito Santo, para que vivamos retamente e as trevas da nossa vida sejam dissipadas, porque “Deus é luz e n’Ele não há trevas” ( Jo 1,5b).

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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É bom fazer
promessas?

As promessas não obrigam
Deus a nos dar o que Ele não quer
 
 
 
As pessoas perguntam: O que a Igreja diz sobre as promessas? A Igreja as aprova quando realizadas adequadamente. Os santos faziam promessas. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que: “Em várias circunstâncias o cristão é convidado a fazer promessas a Deus... Por devoção pessoal o cristão pode também prometer a Deus este ou aquele ato, oração, esmola, peregrinação, etc. A fidelidade às promessas feitas a Deus é uma manifestação do respeito devido à majestade divina e do amor para com o Deus fiel” (CIC § 2101).

Há passagens bíblicas que contêm promessas. Jacó faz uma promessa a Deus: “Jacó fez então este voto: “Se Deus for comigo, se ele me guardar durante esta viagem que empreendi, e me der pão para comer e roupa para vestir, e me fizer voltar em paz casa paterna, então o Senhor será o meu Deus. Esta pedra da qual fiz uma estela será uma casa de Deus, e pagarei o dízimo de tudo o que me derdes” (Gn 28,20-22).

Ana, a mãe do profeta Samuel, fez um voto: “E fez um voto, dizendo: Senhor dos exércitos, se vos dignardes olhar para a aflição de vossa serva, e vos lembrardes de mim; se não vos esquecerdes de vossa escrava e lhe derdes um filho varão, eu o consagrarei ao Senhor durante todos os dias de sua vida, e a navalha não passará pela sua cabeça” (1Sm 1,11).

Alguns salmos exprimem os votos ou as promessas dos orantes de Israel (Sl 65, 66, 116; Jn 2,3-9).

“Se oferecerdes ao Senhor alguma oferenda de combustão, holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto especial ou como oferta espontânea...” (Nm 15,3).

“Se uma mulher fizer um voto ao Senhor ou se impuser uma obrigação na casa de seu pai, durante a sua juventude, os seus votos serão válidos, sejam eles quais forem. Se o pai tiver conhecimento do voto ou da obrigação que se impôs a si mesma será válida. Mas, se o pai os desaprovar, no dia em que deles tiver conhecimento, todos os seus votos... ficarão sem valor algum. O Senhor perdoar-lhe-á, porque seu pai se opôs” (Nm 30,4-6).

No entanto, havia a séria recomendação para que se cumprisse o voto ou a promessa feita. “Mais vale não fazer voto, que prometer e não ser fiel à promessa” (Ecl 5,4). São Paulo quis submeter-se às obrigações do voto do nazireato: “Paulo permaneceu ali (em Corinto) ainda algum tempo. Depois se despediu dos irmãos e navegou para a Síria e com ele Priscila e Áquila. Antes, porém, cortara o cabelo em Cêncris, porque terminara um voto” (At 18,18).

“Disseram os judeus a Paulo: “Temos aqui quatro homens que fizeram um voto... Purificar-te com eles, e encarrega-te das despesas para que possam mandar rapar a cabeça. Assim todos saberão que são falsas as notícias a teu respeito, e que te comportas como observante da Lei” (At 21, 23s).

É certo que as promessas não obrigam Deus a nos dar o que Ele não quer dar, pois sabe o que é melhor para nós, mas estas podem obter do Senhor, muitas vezes através da intercessão dos santos, graças de que necessitamos. Jesus mandou pedir e com insistência.

As promessas nada têm de mágico ou de mecânico, nem podem ser um “comércio” com Deus; pois não se destinam a “dobrar a vontade do Senhor. Às vezes os fiéis prometem até coisas que não conseguem cumprir por falta de condições físicas, psíquicas ou financeiras, e ficam com medo de um castigo de Deus Pai. Pior ainda quando alguém faz uma promessa para que outro a cumpra, sem o seu consentimento. Os pais não devem fazer promessas para os filhos cumprirem.

Ao determinar que nos daria as graças necessárias nesta vida, o Todo-poderoso quis incluir no Seu desígnio a nossa colaboração mediante a oração, o sacrifício, a caridade, etc. Deus quer dar levando em conta as orações que Lhe fazemos. Sob esta ótica, as promessas têm valor para Deus e para nós orantes, pois alimentam em nós o fervor; estimulam nossa devoção; exercitam em nosso coração o amor a Deus; e isso é valioso. Uma promessa bem feita pode nos abrir mais à misericórdia do Senhor.

Quando não se puder cumprir uma promessa feita a Deus, procure um sacerdote e peça-lhe que troque a matéria da promessa. Essa solução está de acordo com os textos bíblicos que preveem a possibilidade da mudança dos votos (ou promessas) por parte dos sacerdotes: “Se aquele que fizer um voto não puder pagar a avaliação, apresentará a pessoa diante do sacerdote e este fixá-la-á; o valor será fixado pelo sacerdote de acordo com os meios de quem fizer voto” (Lv 27, 8; cf. Lv 27,13s.18.23).

Procure prometer práticas não somente razoáveis, mas também úteis à santificação do próprio sujeito ou ao bem do próximo. Quanto aos ex-votos (cabeças, braços, pernas... de cera), que se oferecem em determinados santuários, diz Dom Estevão Bettencout que “podem ter seu significado, pois contribuem para testemunhar a misericórdia de Deus derramada sobre as pessoas agraciadas; assim levarão o povo de Deus a glorificar o Senhor; mas é preciso que as pessoas agraciadas saibam por que oferecem tais objetos de cera, e não o façam por rotina ou de maneira inconsciente” (PR, Nº 262 – Ano 1982 – Pág. 202).

Entre as melhores promessas estão as três clássicas que o próprio Jesus propôs: a oração, a esmola e o jejum (cf. Mt 6,1-18). A Santa Missa é o centro e o alimento por excelência da vida cristã. A esmola "encobre uma multidão dos pecados” (cf. 1Pd 4,8; Tg 5,20; Pr 10,12); o jejum e a mortificação purificam e libertam das paixões o ser humano. Jesus disse que certos males só podem ser eliminados pelo jejum e pela oração.

Se a prática das promessas levar o cristão ao exercício dessas boas obras, então é salutar. As promessas nada têm a ver com as “obrigações” dos cultos afro-brasileiros, mas são expressões do amor filial dos cristãos a Deus.


Felipe Aquino

felipeaquino@cancaonova.com  Site do autor: http://www.cleofas.com.br/
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A Igreja celebra hoje: São Tomás Becket

Em 1155, Henrique II, rei da Inglaterra e de parte da França, nomeou seu chanceler Tomás Becket. Oriundo da Normandia, onde nasceu em 1117, e senhor de grande riqueza, era considerado um dos homens de maior capacidade do seu tempo. Compararam-no a Richelieu, com o qual na realidade se parecia, pelas qualidades de homem de Estado e amor das grandezas. Ficou célebre a visita que fez, em 1158, a Luís VII, rei da França.


Quando vagou a Sé de Canterbury, Henrique II nomeou para ela o chanceler. Tomás foi ordenado sacerdote a 1 de junho de 1162 e sagrado Bispo dois dias depois. Desde então, passou a ser a pessoa mais importante a seguir ao rei e mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros.

Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos "concílios" de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado em irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII.

Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens. Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei da França, Henrique II acabou por consentir em que Tomás regressasse à Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: "Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente". Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé.

"Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja", disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas.

São Tomás Becket, rogai por nós!
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Mensagem do dia

Eliminemos a suspeita e a substituamos pela confiança

Todos nós confiamos em alguém; sempre temos aquela pessoa amiga com quem contamos e com quem partilhamos as coisas mais adversas da nossa vida, sem medo de ser julgados, criticados e condenados, porque sabemos que vamos ser acolhidos. É isso que nos faz confiar em alguém.

Quando percebemos que somos compreendidos e assumidos na nossa história, abrimos o coração sem reservas e sem desconfianças. É lindo saber que temos um Deus que nos ama apaixonadamente e que nos assumiu conhecendo-nos como somos de fato. O Senhor entregou a própria vida para nos resgatar e nos amou até o fim.

Sem nenhum receio aproximemo-nos com muita confiança da misericórdia de Deus e derramemos toda a nossa vida n’Ele, lançando todas as nossas preocupações, o nosso cansaço e os nossos fardos, porque é o próprio Jesus que nos chama: “Vinde a mim todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei” (Mt 11,28).

Rezemos ao longo do dia:

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago Comunidade Canção Nova
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Para refletir!!!

Precisamos de amor. Deixe-se amar

A gente precisa aprender a receber o amor. E é no ambiente caloroso de um lar, no aconchego de uma família, por mais simples e pobre que esta seja, que a gente aprende a ser amado. Deixe-se amar. Deixe-se ser atingido por gestos de amor, de bondade, de carinho, de compreensão, de perdão...

Precisamos de amor puro do pai, de mãe, de irmão... precisamos de amor puro de nossa família. Sim, a família é e precisa ser um “oásis de amor”. É urgente preservar esses oásis de amor que ainda existem.

Como é bom ser família! Como é bom ter a presença de homens e mulheres, de adultos, de jovens e de crianças! Como é bom ter diferenças... diferença de gênios, de temperamentos, de opiniões, de pontos de vista... Que bom ter de viver com o diferente!

Monsenhor Jonas Abib

http://www.cancaonova.com.br/
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A Igreja celebra hoje: Os Santos Inocentes

A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras.

Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, "encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes - ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: 'Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar'. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. E lá esteve até à morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: 'Do Egito chamarei o meu filho'. Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então se cumpriu o que estava predito pelo profeta Jeremias: 'Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem'" (Mt 2,11-20)

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Santos Inocentes, rogai por nós!
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Mensagem do dia

Só no Senhor encontramos repouso!

Todos nós temos necessidade de ter alguém que se comprometa conosco, que abrace a nossa causa, defendendo-nos, ajudando-nos e cuidando de nós. Temos necessidade de ser amados e acolhidos, principalmente nos momentos de dificuldade.

Precisamos tomar consciência de que não estamos sozinhos, porque o próprio Senhor nos prometeu que estará conosco todos os dias da nossa vida, e está sempre ao nosso lado.

É a Ele que devemos recorrer sempre, porque está sempre a nos chamar: “Vinde a mim vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mateus 11, 28-30).

Descansemos em Jesus e deixemo-nos cuidar por Ele. Façamos um ato de entrega de todas as nossas preocupações e inquietações, porque o Senhor sabe como fazer e resolver todas as coisas.

Com confiança, aproximemo-nos do Senhor e oremos incessantemente ao longo deste dia:

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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O Papa caiu mas sua  autoridade está de pé

A autoridade Papal fica de pé.
 
O episódio ocorrido na noite de Natal deste ano na Basílica de São Pedro em Roma é, de certa forma, um símbolo dos tempos atuais. O Papa, Vigário de Nosso Senhor Jesus Cristo na Terra, cai. A mitra, símbolo de sua autoridade, rola no chão. A férula, que representa a sua missão de pastor universal, é derrubada pelo homem moderno, desorientado, confuso e como que fora-de-si. Louca ou não, a jovem de 25 anos que provocou o incidente bem representa o mundo de hoje, que joga por terra a autoridade e as palavras do Romano Pontífice, que, na expressão da grande Santa Catarina de Siena, é «o doce Cristo na Terra». A jovem é louca? Não sei. Mas sei que o é, e muito, o mundo que rejeita Deus e o seu Cristo para abraçar o vazio e caminhar nas trevas.


Bento XVI se ergue rápido e continua seu caminho. Celebra a Santa Missa, que é o que há de mais sublime sobre a face da Terra, rende o verdadeiro culto a Deus e conserva-se em seu lugar, como pastor colocado à frente do rebanho pelo Pastor Eterno, bispo e guarda de nossas almas (cf. IPd 2,25). Na homilia, o Santo Padre cita a regra de São Bento. Hoje, Bento, aquele de Núrsia, fala pela boca de Bento, o Papa: «Nihil Deo praeponere» - nada antepor a Deus. É a este nosso mundo que Bento XVI dirige essas palavras carregadas de verdade. É a esta nossa cultura agnóstica, relativista, pragmática, corrupta, materialista e niilista que o Papa exorta. Cultura que, nas palavras de alguns, se gaba de ser «pós-moderna»... Cultura que rejeita cultivar a verdade... Cultura que há tanto deixou de ser cultura...

«Nada antepor a Deus». Bento XVI já havia dito aos bispos da Igreja: «No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus... Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo» (Carta aos bispos, 10 de março de 2009).

Depois da queda, o Papa se coloca de pé e age como se nada tivesse acontecido. Assim tem sido seu pontificado: muitas vezes incompreendido pelos homens, inclusive católicos – e por que não dizer: sobretudo católicos? -, Bento XVI não desiste de levar a cabo sua missão, como Cristo a caminho do Calvário, a fim de oferecer a Deus a consciência pura do dever cumprido. Como se nada acontecesse, como se incompreensões, ultrajes e rebeliões, ainda que disfarçadas e silenciosas, não existissem; como se o desprezo a Cristo não lhe ferisse o coração; como se a recusa de Deus não lhe contristasse a alma, Bento XVI se dirige ao altar da Cruz. Está apoiado na esperança que não decepciona.

Se a autoridade do Sucessor de São Pedro é jogada no chão pelos homens atuais, isso não significa que ela tenha caído do lugar que lhe reservou Deus. Cristo também caiu - e por três vezes -, mas está de pé. Traz, sim, as marcas da paixão, mas está de pé para sempre: "Vi um Cordeiro de pé, como que imolado" (Ap 5,6). O Papa está de pé, e com ele a Igreja que lhe foi confiada, e assim ficará até a vinda gloriosa de Nosso Senhor, que disse: «Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. As portas do inferno nunca prevalecerão contra ela» (Mt 16, 18). «Non praevalebunt» - as forças negativas do mal, ainda que deixem certas marcas, nunca hão de vencer o Bem, que é Deus. E é Deus quem sustenta na Terra a sua Igreja e o Papa que colocou à frente do rebanho de Cristo!

Padre Elílio de Faria Matos Júnior

http://padreelilio.blogspot.com/
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A Igreja celebra hoje: São João Evangelista

O nome deste evangelista significa: "Deus é misericordioso": uma profecia que foi se cumprindo na vida do mais jovem dos apóstolos. Filho de Zebedeu e de Salomé, irmão de Tiago Maior, ele também era pescador, como Pedro e André; nasceu em Betsaida e ocupou um lugar de primeiro plano entre os apóstolos.


Jesus teve tal predileção por João que este assinalava-se como "o discípulo que Jesus amava". O apóstolo São João foi quem, na Santa Ceia, reclinou a cabeça sobre o peito do Mestre e, foi também a João, que se encontrava ao pé da Cruz ao lado da Virgem Santíssima, que Jesus disse: "Filho, eis aí a tua mãe" e, olhando para Maria disse: "Mulher, eis aí o teu filho". (Jo 19,26s). Quando Jesus se transfigurou, foi João, juntamente com Pedro e Tiago, que estava lá. João é sempre o homem da elevação espiritual, mas não era fantasioso e delicado, tanto que Jesus chamou a ele e a seu irmão Tiago de Boanerges, que significa "filho do trovão".

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São João Evangelista, rogai por nós!
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Mensagem do dia

A misericórdia humana e a divina

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia’. É suave a palavra “misericórdia”, meus irmãos. E se a palavra assim é, o que não será a realidade?

Apesar de todos a desejarem, não agem de modo a merecer recebê-la; o que é não é bom. De fato, todos querem receber a misericórdia, mas poucos querem dá-la.

Ó homem, com que coragem queres pedir aquilo que finges dar! Deve, portanto, conceder misericórdia aqui na terra quem espera recebê-la no céu. Por isto, irmãos caríssimos, já que todos queremos misericórdia, tenhamo-la por padroeira neste mundo, para que nos liberte no futuro. Há no céu uma misericórdia a que se chega pelas misericórdias terrenas. A escritura assim diz: Senhor, no céu, tua misericórdia.

Qual é a misericórdia humana? Aquela, é claro, que te faz olhar para as misérias dos pobres. E a misericórdia celeste? Certamente a que concede o perdão dos pecados” (São Cesário de Arles, bispo).

Peçamos, hoje, ao Senhor, a graça de sermos misericordiosos, principalmente com os mais pobres e necessitados.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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Para refletir!!!

Onde está Jesus?

Jesus está aonde eu O levo! Isso significa que não existe circunstância na qual Cristo não possa estar, embora insistamos em nos perguntar e nos queixar de Sua ausência.

Pense nisso e mude de atitude. Somos nós que devemos levá-Lo para as situações da nossa vida, de nossos familiares e conhecidos. Esta é a única forma de concretizarmos Sua presença, de maneira que nós e as pessoas que nos cercam compreendamos que Ele está no meio de nós.

Não é uma presença mágica; porque O seguimos, somos, além de sinais, canais de Sua presença viva e eficaz!

Tenha um feliz e santo Natal, cheio das surpresas de Deus!

Por favor, agora comente esta mensagem no blog.cancaonova.com/ricardosa.

Com carinho e orações,

Seu irmão,

Ricardo Sá
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Palestras, Formação, Espiritualidade...

Agulha e a linha

Nós adoramos apontar onde
os outros deveriam mudar
 
 
 
 
 
Um conto dos padres do deserto diz que certo monge, vendo a morte chegar, pediu aos seus companheiros que lhe trouxessem a chave do céu: queria morrer agarrado a ela. Um companheiro saiu correndo e lhe trouxe a Bíblia, mas não era isso que o agonizante queria. Outro teve a ideia de trazer a chave do sacrário, também não deu certo. Foi então que alguém que conhecia melhor o doente foi buscar agulha e linha. Agarrado a esses objetos prosaicos, o irmão passou mais tranquilo para a vida eterna. Era o alfaiate da comunidade: sua chave para o céu era a atividade diária, carinhosamente realizada para servir aos seus irmãos.


A historinha nos leva a entender que o trabalho cotidiano do monge foi a sua verdadeira chave para entrar no céu. Com certeza, ele também devia ter rezado muito, meditado bastante, talvez jejuado nos dias certos e cultivado algumas dezenas de outras virtudes. No entanto, ele sabia muito bem que tudo dependia de como ele havia exercido o seu maior serviço na comunidade.

O caminho da santidade pode passar por momentos extraordinários, gestos de heroísmo, façanhas memoráveis; porém, passa, em primeiro lugar, por aquilo que fazemos bem ou mal no dia a dia. Todos nós reconhecemos que, em nossa vida, é muito mais pesado o dever cotidiano do que alguns momentos de esforço, difíceis, sim, mas passageiros.

É por isso que João Batista, o precursor, deu respostas diferentes para os diversos grupos de pessoas que lhe perguntavam: “O que devemos fazer?” Todos deviam partilhar o que estava sobrando de suas roupas e de sua comida. A solidariedade com os necessitados e carentes é o primeiro passo para iniciar uma nova vida. Sem desprendimento não há verdadeira conversão. Depois o profeta do deserto apontou escolhas diferentes para os cobradores de impostos, que extorquiam o povo, e para os soldados que deviam aproveitar demasiadamente da sua força e das suas armas. Significa que cada um deles, naquele tempo, como também nós, hoje, devemos encontrar o nosso próprio caminho de conversão, a partir do lugar onde estamos.

No entanto, nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar e o que deveriam fazer para dar certo. Mais uma vez é muito mais fácil criticar os outros ou declarar como nos comportaríamos se estivéssemos no lugar deles do que começar a corrigir e a melhorar a nossa própria vida.

Os exemplos não faltam. Muitos sabem perfeitamente o que eles fariam se fossem o presidente ou o governador. No entanto, poderiam começar a cuidar melhor das suas famílias e dos seus negócios. Mal conseguem administrar os seus lares; o que fariam se tivessem maior responsabilidade? Não muito diferente acontece na Igreja também. Quem nunca quis dar conselhos ao padre, ao bispo e ao Papa? Com toda razão, talvez, mas nem sempre quem distribui sentenças aplica os mesmos critérios para si mesmo. Com isso não quero dizer que não podemos mais falar ou criticar. Ao contrário, a correção fraterna é evangélica e salutar entre amigos e irmãos. Quando, porém, a crítica é estéril, ou é a descarga de mágoas, invejas e frustrações, ela não serve nem para quem a recebe nem para quem a dispara.

De acordo com nossas responsabilidades, cada um de nós tem muito a melhorar, simplesmente procurando cumprir bem o que se supõe seja o seu dever, ou, ao menos, o seu trabalho cotidiano. Assim os pais poderiam caprichar mais na educação dos seus filhos. Os educadores deveriam ensinar mais humanidade e amor à vida própria e à dos outros. Quem julga, deveria julgar com justiça. Quem administra, fazê-lo com mais honestidade e lisura. Quem comunica, buscar a verdade e não o seu próprio interesse. Quem deve evangelizar também deveria fazê-lo com alegria, entusiasmo e competência, deixando de lado outras preocupações.

Todos precisamos nos agarrar mesmo às “agulhas” e às “linhas” de nossas vidas. Fazer bem o que está ao nosso alcance, no dia a dia, sempre será a melhor chave para entrar no Reino do Céu. Se isso ainda nos interessa.

Dom Pedro José Conti

Bispo de Macapá
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A Igreja celebra hoje: Santo Estêvão

Nos capítulos 6 e 7 dos Atos dos Apóstolos encontramos um longo relato sobre o martírio de Estêvão, que é um dos sete primeiros Diáconos nomeados e ordenados pelos Apóstolos. Santo Estêvão é chamado de Protomártir, ou seja, ele foi o primeiro mártir de toda a história católica. O seu martírio ocorreu entre o ano 31 e 36 da era cristã. Eis a descrição, tirada do livro dos Atos dos Apóstolos:

"Estêvão, porém, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Levantaram-se então alguns da sinagoga, chamados dos Libertos e dos Cirenenses e dos Alexandrinos, e dos da Cicília e da Ásia e começaram a discutir com Estêvão, e não puderam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Subornaram então alguns homens que disseram: 'Ouvimo-lo proferir palavras blasfematórias contra Moisés e contra Deus'. E amotinaram o povo e os Anciãos e Escribas e apoderaram-se dele e conduziram-no ao Sinédrio; e apresentaram falsas testemunhas que disseram: 'Este homem não cessa de proferir palavras contra o Lugar Santo e contra a Lei; pois, ouvimo-lo dizer que Jesus, o Nazareno, destruirá este Lugar e mudará os usos que Moisés nos legou'. E todos os que estavam sentados no Sinédrio, tendo fixado os olhares sobre ele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo".

Num longo discurso, Estêvão evoca a história do povo de Israel, terminando com esta veemente apóstrofe:

"'Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, resistis sempre ao Espírito Santo, vós sois como os vossos pais. Qual dos profetas não perseguiram os vossos pais, e mataram os que prediziam a vinda do Justo que vós agora traístes e assassinastes? Vós que recebestes a Lei promulgada pelo ministério dos anjos e não a guardastes'. Ao ouvirem estas palavras, exasperaram-se nos seus corações e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, cheio do Espírito Santo, tendo os olhos fixos no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava à direita de Deus e disse: 'Vejo os céus abertos e o Filho do homem que está à direita de Deus'. E levantando um grande clamor, fecharam os olhos e, em conjunto, lançaram-se contra ele. E lançaram-no fora da cidade e apedrejaram-no. E as testemunhas depuseram os seus mantos aos pés de um jovem, chamado Saulo. E apedrejavam Estêvão que invocava Deus e dizia: 'Senhor Jesus, recebe o meu espírito'. Depois, tendo posto os joelhos em terra, gritou em voz alta: 'Senhor, não lhes contes este pecado'. E dizendo isto, adormeceu".

Santo Estêvão, rogai por nós!
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A Igreja celebra hoje


Natal do Senhor

Neste dia especial, em que toda a Igreja celebra o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, acompanhemos o testemunho da Palavra de Deus a respeito deste acontecimento que transformou a história da humanidade:

"...José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: 'Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor'." (Lc 2,4-11)

Por isso hoje celebramos a eterna solidariedade do Pai das Misericórdias que, no seu plano de amor, quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Este não é um dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e de esperança, pois Deus veio habitar no meio de nós, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco, Ele nos quer solidários neste dia de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!

Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o grande aniversariante deste dia: o Menino Deus! Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os Reis Magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal. O importante, o essencial, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária deste Deus Único e Verdadeiro, que nos quer também solidários uns com os outros!

Vivamos com muita alegria este dia solidário, que o Senhor fez para nós!

Um Santo Natal para você e para a sua família!
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Mensagem do dia

Participemos do maior evento do ano: o nascimento de Jesus


“Um menino nos nasceu, um Filho nos foi dado” (Is 9,5).

É Natal! É tempo de alegria e de nos abrirmos ao novo; é tempo de acolher Jesus no nosso coração, na nossa casa e no seio de toda a nossa família. Ele nasceu para nós, “para nos salvar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam” (Lc 1,71).

Louvemos hoje a Deus incessantemente, como fez Zacarias ao experimentar a manifestação do poder de Deus:

“Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo. Fez aparecer para nós uma força de salvação na casa de seu servo Davi, como tinha prometido desde outrora, pela boca de seus santos profetas” (Lc 1,68-70).

Cantemos hoje: Glória a Deus no mais alto dos céus, junto com os anjos que anunciaram aos pastores o nascimento de Jesus, com a nossa alma cheia de alegria.

Jesus, eu confio em vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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Participe da festa
da simplicidade!

Neste Natal experimente o
amor traduzido em atitudes
 
 
 
Coisa boa é recebermos convite para uma festa especial! Geralmente pensamos na roupa, imaginamos o local, as pessoas que vamos encontrar, o que vamos comer, a música que vamos ouvir, e, antecipadamente, somos contagiados pelo encanto e pela alegria daquele momento sonhado.


Nesse clima de fim de ano, você está sendo convidado para uma grande festa, mas a condição para participar dela e ter um coração simples. “Bem-aventurados os pobres de coração porque herdarão o Reino dos Céus” (Mt 5,3).

Estou falando do nascimento de Jesus, Festa da Vida, da Esperança, do Amor e da partilha entre todos os povos. Já não estamos sozinhos, Deus se fez homem, está no meio de nós e nos faz irmãos. Eis o maior motivo para festejarmos!

Há um clima diferente no ar... Além das luzes e das cores, é tempo de Paz! Tempo de valorizar a vida e tudo que a cerca. Tempo de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. Tempo de nos deixar contagiar pela pureza que o Menino Jesus anuncia com Sua chegada. Sua presença invade nossa alma de paz, retirando todos os vestígios de solidão e tristeza que, por uma razão ou outra, foram sendo acumulados durante o ano.

Deus veio até nós! Que notícia maravilhosa para os que creem! Quanta beleza a ser contemplada na simplicidade do presépio que O acolhe! Aliás, o mundo tem sede da simplicidade que Jesus anuncia no Natal. Na condição de cristãos precisamos nos deixar contagiar pelo nascimento de Jesus e não apenas falarmos sobre Ele como algo distante. A este propósito, o Papa Bento XVI recordava, nesses dias, que os escribas indicaram aos Reis Magos o caminho a Belém, onde o Messias nasceu, mas não se sentiram convidados para irem lá contemplá-Lo: “Informaram o nascimento do Salvador, mas a informação não se converteu em formação da sua própria existência”.

A boa notícia do nascimento de Cristo precisa nos contagiar, nos envolver e mudar nossa vida.

Já não estamos sozinhos, o Salvador está no meio de nós e veio com simplicidade! Portanto, sem essa virtude, não tem como celebrar seu Natal. A simplicidade leva-nos à liberdade... Sejamos livres para amar, para acolher e servir do jeito de Jesus. Abramos o coração para receber o Menino pobre, que nasceu numa manjedoura, fazendo-nos entender que o ser humano vale por aquilo que é e não pelo que faz ou possui. Sejamos canal da paz e do amor que Ele trouxe ao mundo.

Neste Natal experimente o amor traduzido em atitudes. A luz divina manifesta-se nas “boas obras” que realizamos. Desarmemos o coração de tudo que é supérfluo e passageiro e deixemo-nos contagiar pelo amor que emana do presépio de Belém.

Que haja simplicidade e paz na terra e em nossos corações. Assim é Natal!

Dijanira Silva
Dijanira Silva Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7
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Para refletir!!!

Quem vai cuidar do meu Natal?

Tenho insistido em dizer que o Natal não é uma "festa da gente", mas festa para que a gente se dê aos outros.

Tudo bem que dar e receber presentes é bom demais. Entretanto, você sabe que no mundo e na nossa própria família há pessoas morrendo de solidão. É triste, mas isso é verdade! Portanto, mais do que celebrar, que tal se nós formos o ''Natal'' de que as pessoas tanto precisam?

De minha parte, vou fazer de tudo para ser o seu Natal.

Espalhe esta inspiração!

Neste Natal, quero mais do que presentes; quero sua presença, viu?

Com carinho e orações,

Seu irmão,

Ricardo Sá - Comunidade Canção Nova
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Palestras, Formação, Espiritualidade...

O Natal é festa de presentes, pequenos gestos de amor



Um Natal sem a presença de Deus, que veio estar conosco, só pode ser um Natal sem graça, mas mesmo os descrentes ainda participam das migalhas da festa da fé. Dizem que o Natal deste ano vai ser bom, com mais dinheiro na praça e comes e bebes mais em conta.


São as pequenas alegrias da superficialidade de ver a felicidade na facilidade de ter mais. No comércio já é Natal, o Natal de presentes, de luzes e enfeites pendurados em árvores de plástico, de um Papai Noel importado da França que tomou o lugar do Menino Jesus, Deus presente para nós.

A figura do Papai Noel tem sua origem em São Nicolau, um bispo do século IV que levava presentes às crianças pobres. No meu tempo de menino na Suíça, no dia seis de dezembro, um visitante vestido de São Nicolau trazia pequenos presentes às crianças. Antes, um ajudante dele censurava nossas traquinagens, as quais misteriosamente conhecia. No Natal mesmo, quem mandava os presentes era o Menino Jesus.

Os enfeites do Natal comercial podem esconder o sentido da festa para muitos, mas também ajudam a lembrar o dia da chegada do Salvador, dia de festa para todos, até mesmo para quem festeja o aniversário sem lembrar o Aniversariante.

A Igreja nos convida a preparar o aniversário de Jesus com o tempo do Advento, que nos faz lembrar o tempo anterior à vinda do Salvador, especialmente os dezoito séculos da história do povo eleito a fim de preparar o ambiente para Sua chegada.

O Natal é festa de presentes, pequenos gestos de amor. Para lembrar o maior momento da história da humanidade, o grande acontecimento da manifestação do amor de Deus que veio estar conosco, se fez presente para nós. O presente maior é a presença. Num mundo de trevas surgiu uma luz.

A religião cristã é a religião da presença de Deus no mundo dos homens. Agora, dois mil anos depois, muitos ainda andam na escuridão, mesmo em países onde quase todos se dizem cristãos. No Brasil, no maior país católico do mundo, apenas uma minoria dos católicos participa da vida da Igreja. Na maioria das cidades, nem 10% dos jovens participam da Santa Missa no domingo, dia do Senhor.

Pode conferir na sua paróquia. De vinte jovens, dezoito ou dezenove não dão valor ao encontro com Jesus e não procuram seguir Seus ensinamentos. Muitos deles preferem festas com bebidas e drogas piores. Procuram os prazeres da promiscuidade. Numa cidade onde fui pároco havia mais jovens no “brega” do sábado que na Missa do domingo. Que tipo de família vão construir? Que tipo de sociedade?

Sem a firmeza da fé, muitos ficam presas fáceis de traficantes, estragam seu futuro e deixam de fazer a sua parte na construção de um mundo melhor.

Mais vale acender uma vela que ficar a queixar-se das trevas. O mundo está cheio de pessoas que perdem tempo com reclamações contra os outros. Faltam jovens que tenham a coragem de viver pessoalmente o que pregam aos outros. Só teremos um Brasil melhor com brasileiros melhores. O mundo só será melhor com homens e mulheres melhores.

O problema maior está na falta de formação cristã. Falta de conhecimento dos fundamentos racionais da fé. Aí está a sua missão, jovem cristão: Fazer brilhar a luz de Cristo para quem ainda caminha nas trevas. Ajudar a amar a Deus acima de tudo e amar o próximo como a si mesmo.

Como dizer isso a pessoas que não têm certeza nem sobre a existência de Deus, Criador de todas as coisas? Não sabem que a família humana é a obra-prima do Criador que nos colocou no mundo para cuidar da Sua obra.

A fé não é apenas questão de razão, mas não é contra a razão. Neste mundo de ciência e tecnologia precisamos superar as contradições entre fé e razão, entre religião cristã e ciência. Missão não é questão de propaganda, mas a missão dos cristãos é fazer com que a mensagem de Jesus possa ser conhecida por todos que desejam viver na verdade.

Temos argumentos e devemos usá-los, mas o que conta mesmo é o exemplo. “Nisto todos poderão saber que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” Jesus é a luz do mundo e quer que você seja também.
Desde já desejo um Feliz Natal para você que é chamado a fazer brilhar a sua luz num mundo de trevas.


Dom Cristiano Jakob Krapf

Bispo de Jequié - BA
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Rezemos juntos...

Meus irmãos, rezemos juntos hoje, Pedimos a Jesus, pelos Soldados de Cristo, pelos movimentos de nossa Paróquia, pelos visitantes deste blog, por nossas famílias, pelos nossos Sacerdotes, pedimos Senhor por todos pedidos de Oração deixados na Capela Virtual, que Senhor atenda seus pedidos, neste mês especial pedimos pela Paz no Mundo. Que o Senhor Jesus Cristo e Nossa Mãe Maria Santíssima, Abençoe a todos, e nós de Forças para suportarmos nossas cruzes. Amem

Nono dia da Novena de Natal - E o Verbo habitou entre nós

A luz resplandece nas trevas

Oração ( para todos os dias):
Ó Jesus vivendo em Maria
vinde viver em vosso servo
com o espírito de vossa santidade
com a plenitude de vossas forças
na retidão de vossos caminhos
na verdade de vossas virtudes
na comunhão de vossos mistérios
para dominar as forças adversas
com o vosso Espírito, para a glória do Pai.
Amém.

Texto Bíblico para meditação
São João I,1-14

A importânica literária, teológica e espiritual deste prólogo de São João deve levar-nos a meditá-lo com atencão, no final de cada santa missa. “No princípio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio em Deus.Todas as coisas foram feitas por ele e nada do que foi feito, foi feito sem ele. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Houve um homem enviado por Deus que se chamava João.
Este veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele.
Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
Era a luz verdadeira, a que ilumina todo o homem que vem a este mundo.
Estava no mundo e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu.
Veio para o que era seu e os seus não o receberam.
Mas a todos os que o receberam, deu poder de se tornarem filhos de Deus,
àqueles que crêem no seu nome;
os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós;
E reza-se o Magníficat como no primeiro dia,
Minha alma engrandece ao Senhor
E meu espírito exulta em Deus meu salvador.
Porque pôs os olhos na sua escrava,
eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada.
Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo.
Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem.
Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos
Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes
Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios.
Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia.
Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes.
Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo
Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém.

Oremos: (para todos os dias)

Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso..., Ave Maria..., Santa Maria..., Groria ao Pai.

Amem.

Conheça os simbolos do Natal

Fonte: Canção Nova
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A Igreja celebra hoje: São Charbel Makhlouf

São Charbel Makhlouf nasceu a 8 de maio de 1828, em BiqáKafra, aldeia montanhosa do norte, ao pé dos cedros do Líbano. Seu nome de batismo: José Zaroun Makhlouf. Com 23 anos ele toma o nome de Charbel em memória do mártir do século segundo, foge de casa e refugia-se no mosteiro de Nossa Senhora de Mayfoug, da Ordem libanesa maronita. Um ano depois, transfere-se para o mosteiro de S. Maron de Annayam, da província de Jbail, verdadeiro oásis de oração e fé, a 1300 metros de altitude. Depois de seis anos de estudos teológicos, em Klifan, é ordenado sacerdote. Exerce, então, com muita edificação, as funções do seu ministério sagrado, juntamente com toda a sorte de trabalhos manuais. Após dezesseis anos de vida ascética, Charbel obtém autorização, em 1875, para se retirar ao eremitério dos Santos Pedro e Paulo, de Annaya. Durante 23 anos (1875-1898), S. Charbel entrega-se com todas as forças da alma, à busca de Deus, na bem-aventurada e total solidão. Deus recompensa o seu fiel servidor, dando-lhe o dom de operar milagres, já em vida: afirma-se que os realizou não somente com cristãos, mas, também, com muitos muçulmanos.


São Charbel Makhlouf, rogai por nós!
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Mensagem do dia

Louvemos o Senhor por tudo

Deixemos ecoar hoje dos nossos lábios um canto de ação de graças a Deus por todo o bem e por toda a graça que Ele nos concedeu ao longo de todo este ano, juntamente com a Virgem Maria:

“A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas a gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor” (Lc 1,46-49).

Fiquemos atentos para que hoje só saiam dos nossos lábios palavras de louvor, de bênção, boas notícias em gratidão ao Senhor. Se em algum momento vier o desejo de reclamar ou murmurar, renunciemos a isso imediatamente e louvemos ao bom Deus.

Senhor, coloque hoje em nossos lábios um canto novo.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago - Comunidade Canção Nova
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Para refletir!!!

Como chegar mais perto de Deus?

Nossa, que lindo caminho! Entretanto, grandes santos, entre eles Santo Agostinho, indicam que erra o caminho quem deseja se aproximar de Deus pelas virtudes que possui.

Explicam que Jesus, ao se fazer homem e descer até nós, revela que também nossas fraquezas, dores e até o pecado podem tornar-se porta e estrada para Deus.

Por isso, nada de medo! Valha-se de tudo, e agora também das fraquezas, para fazer a oração mais verdadeira que alguém pode fazer: a oração da verdade!

Com carinho e orações,

Seu irmão,

Ricardo Sá
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Palestras, Formação, Espiritualidade...

Natal de Cristo,

um belo plano de Deus




O respeito que tenho por todas as religiões me permite afirmar, com plena certeza, que nenhuma delas se iguala ao cristianismo. Nenhum fundador de religião teve seu nascimento tão sabiamente preparado. Foram milênios em que Deus foi revelando o plano de enviar-nos o seu próprio Filho como Redentor. Impressionam as claras referências ao Menino que nasceu em Belém há vinte séculos.

No livro do Gênesis lê-se: “Porei inimizade entre ti, demônio e a mulher. Entre a tua descendência e a dela. Ela esmagará a tua cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (3,15). Quem não vê nesse texto as figuras de um novo Adão e uma nova Eva, Cristo e Maria, destinados a vencer Satanás? Outro texto profético, de 1850 a.C., relata Javé ordenando a Abraão que deixe sua terra, Hur da Caldéia, dirigindo-se para Canaã, a Terra Prometida a ele e a seus descendentes, entre os quais o mais ilustre seria exatamente Cristo. É texto de um relevante valor: “Deixa a tua terra e vai para a terra que Eu te mostrarei. Farei de ti uma grande nação. Eu te abençoarei, multiplicarei e exaltarei o teu nome. Todos os povos da terra serão abençoados em ti!” (Gn 12, 1-3).

Quando o povo hebreu vivia escravizado no Egito, em 1250 a.C., Deus apareceu a Moisés mandando que se apresentasse ao Faraó, exigindo a liberdade de seu povo. Liderados por ele e Josué, deveriam retornar à Palestina, onde profetas como Jeremias e Isaías continuariam antecipando o evento do nascimento de Cristo: “Por que tumultuam as nações? Porque tramam os povos vãs conspirações e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e o seu Cristo. Vou publicar o decreto do Senhor, que me disse: ‘Tu és o meu Filho e eu hoje te gerei. Dar-te-ei por herança todas as nações da terra e tu possuirás os confins do mundo!” (Sl 2, 7-9).

Mais próximo do nascimento de Jesus, por volta de 700 a.C., Jeremias adiantava que Deus enviaria ao seu povo e à humanidade um novo Pastor “segundo o seu coração”, um “servo sofredor” e um “rei que governará com sabedoria exercendo na terra o direito e a eqüidade”. Nesse mesmo tempo Isaías antecipava os sofrimentos de Cristo: “Ele, como manso cordeiro, será levado ao matadouro. Carregou os nossos sofrimentos. Foi ferido por Deus e humilhado. Graças às suas chagas nós fomos curados. Maltratado, não abriu a boca” (53, 4-7).

Miquéias falava sobre a cidade em que nasceria o Messias: “E tu, Belém de Judá, não é a menor das cidades, porque de ti sairá aquele que é chamado a governar Israel. Suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado” (5,1). Novamente o mesmo profeta diria, em célebre passagem do seu livro: “Eis que uma virgem dará à luz um filho e o chamará Emanuel, Deus conosco” (7,14).

Depois Malaquias profetizaria: “Vou enviar o meu mensageiro para preparar o meu caminho... Quem poderá resistir quando Ele aparecer?” (3, 1-5). Pouco antes o mesmo profeta, um dos últimos do Antigo Testamento, anteciparia que “do nascer ao pôr-do-sol se oferecerá ao seu nome incenso, sacrifícios e oblações puras” (1, 10-11).

Por fim, no Novo Testamento o Apóstolo Paulo afirmou, na Carta aos Hebreus: “Muitas vezes e de diversos modos outrora Deus falou aos nossos profetas. Ultimamente nos falou por seu Filho, que constituiu herdeiro universal, pelo qual criou todas as coisas, esplendor da glória de Deus e imagem do seu ser que sustenta o universo com o poder de sua palavra, superior aos anjos, pois a qual deles disse Deus alguma vez: ‘Tu és o meu Filho, Eu hoje te gerei’?” (1, 1-5).

O Natal é de Cristo e ninguém tem o direito de roubar-lhe a festa. Aproximemo-nos da gruta de Belém. Com José e Maria, adoremos o Menino Jesus honrando nossas crianças e famílias. Cristo é o centro da história e continuará sendo. A Ele cabe um primado que não lhe será tirado. Como disse João Paulo II: “No mistério de Cristo compreende-se o mistério do homem!”.

Dom Amaury Castanho

Bispo Emérito de Jundiaí
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ENCONTRO DE CONFRATERNIZAÇÃO

I-ENCONTRO DE CONFRATERNIZAÇÃO DAS COMUNIDADES CATÓLICAS


POVOADO JUREMA-FÁTIMA/BA
DIA 25 DE DEZEMBRO DE 2009

Dia 25 de Dezembro, a partir das 14:00h, o Povoado Jurema irá viver um momento de forte Louvor junto a outras comunidades que se somaram para louvar e bendizer a Deus pelo dom da vida. Não perca este momento de graças e partilha da Palavra do Senhor Jesus. Vamos celebrar com alegria a Festa de nosso Salvador Jesus Cristo, Emanuel, Deus conosco!

Organização: Grupo “Nova Esperança” e Comunidade da Jurema
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